A Mãe Terra está em contosões profundas.
Grita, geme, tal é a sua dor!
A Mãe Terra queima e cai-lhe os pedaços, qual uma leprosa...
A Mãe Terra, qual bronquica, não consegue respirar...
A Mãe Terra, qual viajor pelo deserto, está em sequidão...
A Mãe Terra, qual ser lavrado, está com sulcos dolorosos...
A Mãe terra, qual humano ao frio, treme sem manto e sem coberta...
A Mãe Terra, qual menino de rua, está desamparada...
A Mãe terra, qual um grande lixão, sofre a consequência do 'humano' consumo...
A Mãe Terra, sim, nossa casa maior...
Está descuidada, sem afeto.
Sem carinho, sem amparo, em estado de morte.
Qual analogia da pesoa huimana...
Está a pedir aoi ser homem e mulher
'Animus et anima', apenas humanidade!
A Mãe Terra chama apenas pelo óbvio.
E este né tão simples que parece de somenos...
O esssencial, o profundo, o duradouro parecem triviais...
Por isso, por vezes (muitas vezes!) é menospresado como coisa semimportância!
A Mãe Terra pede, solicita, amor traduzido em cuidado essencial...
Que ser humano gostaria, conscientemente, de ver sua casa interior, sua alma...
Suja e desordenada e destruida?
Assim é a Gaia, nosso útero, nosso habitat, nossa última morada!
Sergio Bucco
Nenhum comentário:
Postar um comentário