Há o olhar que brilha.
Há aquele que solta chamas e queima!
Há olhar que acolhe e convida.
Há aquele que espanta e expulsa!
Há olhar que ama.
Há aquele que odeia...
Há olhar que perdoa.
Há aquele que se vinga!
Há olhar que se dá.
Há aquele que se furta...
Há olhar terno e manso.
Há aquele amargo e rancoroso.
Há olhar sincero e verdadeiro.
Há aquele falso e mentiroso...
Há olhar que abraça e acaricia!
Há aquele que bate e fere...
Há olhar humilde e simples.
Há aquele arrogante e prepotente!
Há olhar que dá vida...
Há aquele que mata!
Há olhar que aconchega.
Há aquele que esfria!
Há olhar misericordioso e compassivo.
Há aquele que julga e condena!
Há olhar desarmado e sereno.
Há aquele bélico e destrutivo.
Há olhar silencioso...
Há aquele que é estrondoso!
Há olhar que rega e nutre...
Há aquele que seca e resseca!
Há olhar que é fragrância...
Há aquele nauseabundo!
Há olhar que vê, observa...
Há aquele que é cego...
Há olhar e olhar!
Sergio Bucco, 05/12/2005.
Poemas no espírito da Poesia!
"Ja disse o homem que depois/ Morreu e ficou na memória./
Que existe uma coisa na roda da história/ Que uma camada pra trás quer rodar./
Mas estes não servem/ Pra pôr sua mão nesta manivela/
Ficarão a margem olhando da janela/ A luta do povo esta roda girar."
(Ademar Bogo - CD Arte em Movimento).
Que existe uma coisa na roda da história/ Que uma camada pra trás quer rodar./
Mas estes não servem/ Pra pôr sua mão nesta manivela/
Ficarão a margem olhando da janela/ A luta do povo esta roda girar."
(Ademar Bogo - CD Arte em Movimento).
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sábado, 10 de outubro de 2009
TOQUE
Toque e sinta a sinergia.
Toque, supere a mesquinharia.
Toque os filhos da 'vacina'
E das 'picadas' metafóricas.
Toque e troque energia.
Toque o físico, a alma e o espírito.
Toque o ser cósmico.
Toque o universo...
Complexo do humano ser!
Toque solidariamente.
Toque a mente, os sonhos, os ideais.
Toque pela manhã, ao dia,
À noite e ao até ao repousar.
Toque o simples e o inacessível.
Toque a criatura e o criador.
Toque sem provocar constrangimento.
Toque o pensamento.
Toque a audição e a molodia.
Toque o olfato e o odor.
Toque o tato com muito tato!
Toque a visão e a cor.
Toque a aurora e o crepúsculo.
Toque os fenômenos materiais,
Os imateriais, os transcendentais.
Toque e viva...
Sergio Bucco, 21/05/2005.
Toque, supere a mesquinharia.
Toque os filhos da 'vacina'
E das 'picadas' metafóricas.
Toque e troque energia.
Toque o físico, a alma e o espírito.
Toque o ser cósmico.
Toque o universo...
Complexo do humano ser!
Toque solidariamente.
Toque a mente, os sonhos, os ideais.
Toque pela manhã, ao dia,
À noite e ao até ao repousar.
Toque o simples e o inacessível.
Toque a criatura e o criador.
Toque sem provocar constrangimento.
Toque o pensamento.
Toque a audição e a molodia.
Toque o olfato e o odor.
Toque o tato com muito tato!
Toque a visão e a cor.
Toque a aurora e o crepúsculo.
Toque os fenômenos materiais,
Os imateriais, os transcendentais.
Toque e viva...
Sergio Bucco, 21/05/2005.
APESAR DE TUDO
A vida é maravilhosa!
Sua energia penetra e perpassa
Os mínimos detalhes do Κόσμος.
a luz que desnuda todos os seres.
A água que vitaliza e revigora.
A brisa que move e transporta.
O frio que provoca a ação.
O calor que induz à suavidade...
A penumbra que evoca saudade.
O canto que acalma e agita.
O sorriso que desarma e aformoseia.
O olhar que fala, toca e acaricia.
O toque de energia recíproca.
A sinergia...
O aperto de mão sicero.
O verde que lembra a esperança.
As flores, suas cores, terapia!
A rocha que evoca a permanência.
O solo, o húmus, o homem, a mulher...
A semente que esconde a explosão da vida!
Sergio Bucco, julho/2004.
Sua energia penetra e perpassa
Os mínimos detalhes do Κόσμος.
a luz que desnuda todos os seres.
A água que vitaliza e revigora.
A brisa que move e transporta.
O frio que provoca a ação.
O calor que induz à suavidade...
A penumbra que evoca saudade.
O canto que acalma e agita.
O sorriso que desarma e aformoseia.
O olhar que fala, toca e acaricia.
O toque de energia recíproca.
A sinergia...
O aperto de mão sicero.
O verde que lembra a esperança.
As flores, suas cores, terapia!
A rocha que evoca a permanência.
O solo, o húmus, o homem, a mulher...
A semente que esconde a explosão da vida!
Sergio Bucco, julho/2004.
EDUCAND@ E ESCOLA
Desperta contente
Se arruma ligeiro.
No ônibus faceiro
Com malas de sonhos
E esperanças:
É o educando...
~~~
Por vezes a pé
Segue com fé
Em dias melhores.
Entra na escola
Curioso está...
~~~
E os educadores
Mestres desvelados
Estão ao seu lado
Trazendo informações.
Trabalham o livro...
Viajam ao homem
No seu interior.
~~~
Buscam um intento:
O conhecimento...
Que não é infuso
Ele se processa.
Na interdisciplinaridade
Teoria e prática.
~~~
Na transdisciplinaridade
Mediada em projetos
Passa pela gramática
constrói o texto
Evita o pretexto.
Manipula os números
Em tempo e movimento!
~~~
Ocupa o espaço
produzindo o belo
Que a vida oferece
Cheia de elementos
E intrínseca força
De transformação.
~~~
É a escola...
Entre quatro paredes
Meio artificial.
Tudo mudou!
Nada mudou!
Cheia de emoção
Contramão da História.
~~~
Às vezes uma ilha...
Bisavó do mundo global
Filha do sistema
Vive uma teima
Para sobreviver
E se reciclar!
~~~
Busca superar a crise
Com cidadania
Sempre em ação
E muita alegria
Saindo do coração!
~~~
Perfeita sintonia
Melhorar cada dia
Buscando a veracidade
Educador e educando
Junto à sociedade.
~~~
Sempre constante
Em qualquer idade
Evita o rompante
E com razão...
Estende as mãos
Em cooperação solidária
Todos juntos fazem a diferença!
Sergio Bucco, 15/02/2002.
Se arruma ligeiro.
No ônibus faceiro
Com malas de sonhos
E esperanças:
É o educando...
~~~
Por vezes a pé
Segue com fé
Em dias melhores.
Entra na escola
Curioso está...
~~~
E os educadores
Mestres desvelados
Estão ao seu lado
Trazendo informações.
Trabalham o livro...
Viajam ao homem
No seu interior.
~~~
Buscam um intento:
O conhecimento...
Que não é infuso
Ele se processa.
Na interdisciplinaridade
Teoria e prática.
~~~
Na transdisciplinaridade
Mediada em projetos
Passa pela gramática
constrói o texto
Evita o pretexto.
Manipula os números
Em tempo e movimento!
~~~
Ocupa o espaço
produzindo o belo
Que a vida oferece
Cheia de elementos
E intrínseca força
De transformação.
~~~
É a escola...
Entre quatro paredes
Meio artificial.
Tudo mudou!
Nada mudou!
Cheia de emoção
Contramão da História.
~~~
Às vezes uma ilha...
Bisavó do mundo global
Filha do sistema
Vive uma teima
Para sobreviver
E se reciclar!
~~~
Busca superar a crise
Com cidadania
Sempre em ação
E muita alegria
Saindo do coração!
~~~
Perfeita sintonia
Melhorar cada dia
Buscando a veracidade
Educador e educando
Junto à sociedade.
~~~
Sempre constante
Em qualquer idade
Evita o rompante
E com razão...
Estende as mãos
Em cooperação solidária
Todos juntos fazem a diferença!
Sergio Bucco, 15/02/2002.
LIBERDADE AO SER
Não venhas à escola porque és obrigado/a.
Nem porque te impões tal constrangimento.
A escola ainda é um lugar onde se aprende...
Não faças algo porque te submetem...
Nem porque te impões um sacrifício.
Fazer é acontecer e isto faz a diferença!
Não participes porque é a lei.
Nem porque desejam isto de ti...
A corrupção e o abuso de poder são o preço da omisssão!
Não diga alguma coisa para ofender...
Nem para bajular, massagear egos...
Digas simples e tranquilamente a verdade.
Não escutes porque assim exige o regulamento.
Nem porque é uma necessidade intimada...
Quem ecuta poderá ser ouvido também!
Não dês um sorriso amarelo.
Nem rias com deboche...
O sorriso aformoseia o rosto!
Não te ensoberbeças 'montículo de poeira'
Nem te orgulhes ser dito humano...
Nós passamos como a flor... queimada pelo sol!
Não te rebeles porque ser 'do contra' é moda
Nem reajas porque te sentes acuado...
Tomar posição é uma postura cidadã!
Não aceites nunca uma imposição
Nem qualquer tipo de coersão...
A liberdade é um valor supremo!
Sergio Bucco, 21/11/2001.
Nem porque te impões tal constrangimento.
A escola ainda é um lugar onde se aprende...
Não faças algo porque te submetem...
Nem porque te impões um sacrifício.
Fazer é acontecer e isto faz a diferença!
Não participes porque é a lei.
Nem porque desejam isto de ti...
A corrupção e o abuso de poder são o preço da omisssão!
Não diga alguma coisa para ofender...
Nem para bajular, massagear egos...
Digas simples e tranquilamente a verdade.
Não escutes porque assim exige o regulamento.
Nem porque é uma necessidade intimada...
Quem ecuta poderá ser ouvido também!
Não dês um sorriso amarelo.
Nem rias com deboche...
O sorriso aformoseia o rosto!
Não te ensoberbeças 'montículo de poeira'
Nem te orgulhes ser dito humano...
Nós passamos como a flor... queimada pelo sol!
Não te rebeles porque ser 'do contra' é moda
Nem reajas porque te sentes acuado...
Tomar posição é uma postura cidadã!
Não aceites nunca uma imposição
Nem qualquer tipo de coersão...
A liberdade é um valor supremo!
Sergio Bucco, 21/11/2001.
GAIA
A Mãe Terra está em contosões profundas.
Grita, geme, tal é a sua dor!
A Mãe Terra queima e cai-lhe os pedaços, qual uma leprosa...
A Mãe Terra, qual bronquica, não consegue respirar...
A Mãe Terra, qual viajor pelo deserto, está em sequidão...
A Mãe Terra, qual ser lavrado, está com sulcos dolorosos...
A Mãe terra, qual humano ao frio, treme sem manto e sem coberta...
A Mãe Terra, qual menino de rua, está desamparada...
A Mãe terra, qual um grande lixão, sofre a consequência do 'humano' consumo...
A Mãe Terra, sim, nossa casa maior...
Está descuidada, sem afeto.
Sem carinho, sem amparo, em estado de morte.
Qual analogia da pesoa huimana...
Está a pedir aoi ser homem e mulher
'Animus et anima', apenas humanidade!
A Mãe Terra chama apenas pelo óbvio.
E este né tão simples que parece de somenos...
O esssencial, o profundo, o duradouro parecem triviais...
Por isso, por vezes (muitas vezes!) é menospresado como coisa semimportância!
A Mãe Terra pede, solicita, amor traduzido em cuidado essencial...
Que ser humano gostaria, conscientemente, de ver sua casa interior, sua alma...
Suja e desordenada e destruida?
Assim é a Gaia, nosso útero, nosso habitat, nossa última morada!
Sergio Bucco
Grita, geme, tal é a sua dor!
A Mãe Terra queima e cai-lhe os pedaços, qual uma leprosa...
A Mãe Terra, qual bronquica, não consegue respirar...
A Mãe Terra, qual viajor pelo deserto, está em sequidão...
A Mãe Terra, qual ser lavrado, está com sulcos dolorosos...
A Mãe terra, qual humano ao frio, treme sem manto e sem coberta...
A Mãe Terra, qual menino de rua, está desamparada...
A Mãe terra, qual um grande lixão, sofre a consequência do 'humano' consumo...
A Mãe Terra, sim, nossa casa maior...
Está descuidada, sem afeto.
Sem carinho, sem amparo, em estado de morte.
Qual analogia da pesoa huimana...
Está a pedir aoi ser homem e mulher
'Animus et anima', apenas humanidade!
A Mãe Terra chama apenas pelo óbvio.
E este né tão simples que parece de somenos...
O esssencial, o profundo, o duradouro parecem triviais...
Por isso, por vezes (muitas vezes!) é menospresado como coisa semimportância!
A Mãe Terra pede, solicita, amor traduzido em cuidado essencial...
Que ser humano gostaria, conscientemente, de ver sua casa interior, sua alma...
Suja e desordenada e destruida?
Assim é a Gaia, nosso útero, nosso habitat, nossa última morada!
Sergio Bucco
CIDADANIA
Se não pensarmos...
Outros pensarão por nós!
Se não tomarmos posição...
Outros tomarão posição por nós!
Se nós não fizermos...
Outros farão por nós!
Se nós pararmos...
Outros virão e passarão por cima de nós!
Se nós não ocuparmos o nosso lugar...
Outros ocuparão a seu modo!
Se nós não tomarmos consciência...
Sobre a vida
Sobre a cidadania
Sobre a pólis
Outros virão e, com consciência ou não,
Farão o que deixou a nossa omissão!
Sergio Bucco, outubro de 1998.
Outros pensarão por nós!
Se não tomarmos posição...
Outros tomarão posição por nós!
Se nós não fizermos...
Outros farão por nós!
Se nós pararmos...
Outros virão e passarão por cima de nós!
Se nós não ocuparmos o nosso lugar...
Outros ocuparão a seu modo!
Se nós não tomarmos consciência...
Sobre a vida
Sobre a cidadania
Sobre a pólis
Outros virão e, com consciência ou não,
Farão o que deixou a nossa omissão!
Sergio Bucco, outubro de 1998.
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